segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Nova Música de Mariana Valadão: "É tudo Teu Senhor".
De acordo com os registros bíblicos, o profeta Isaías viveu aproximadamente no ano 680 a.C, o seu livro é tido como o evangelho do Velho Testamento. As profecias dele prenunciaram Cristo, e uma destas pode ser conferida no capítulo 9, versos 6 e 7: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz; para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do SENHOR dos Exércitos fará isto.” Paz, é por ela que o mundo está clamando. Desde os primórdios, ela é essencial. Foi num período de paz que Jesus nasceu, o mundo foi preparado para a vinda de Cristo, Ele veio na plenitude dos tempos. Bem, agora vamos falar da atitude de dois povos desta época, os gregos e os romanos. 
Antes 
dos romanos, os gregos haviam levado a cultura, a língua deles para todo mundo. As pessoas falavam o grego tal como se fala o inglês nos dias de hoje. Já os romanos abriram estradas e diziam que todos os caminhos levavam a Roma. Mas quando Jesus Cristo nasceu, não havia um conflito bélico acontecendo. Nenhuma lança estava atravessando o corpo de um inimigo. Os anjos cantaram sobre o nascimento do Senhor dizendo “glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem Ele quer bem” (Lucas 2.14), porque a mensagem que Jesus estava trazendo não era religiosa. Ele não estava trazendo uma nova religião, pois a religião é um esforço do homem para se religar a Deus. É a batalha dele para alcançar paz com Deus, mas todo esse nosso esforço religioso redunda em nada, em fracasso. Não foi o homem quem fez a escada para chegar a Deus, mas ao contrário, foi Deus quem veio ao homem. Quando lemos sobre o nascimento de Jesus vemos Deus vindo ao homem. É Deus deixando toda sua glória para vir até nós exatamente para nos redimir, para nos salvar e lavar. Não há nada que Deus não tenha feito para demonstrar 
amor aos homens. Por isso, a Bíblia diz que o amor de Cristo nos constrange (2 Coríntios 5.14). Não há palavras para descrever o amor do Pai, “porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna” (João 3.16).
Encontramos na Palavra que Jesus, o Verbo, se fez carne e habitou entre nós cheio de glória e de verdade. Jesus não se parece com Deus, Ele é Deus, como está escrito no evangelho de João, capítulo 14, versículo 9: “[...] Quem me vê a mim vê o Pai.” E a vontade dele é essa: “Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo.” (João 17.24.) Esta verdade nos dá a certeza que muitos ainda não têm, a de que Jesus não passou a existir após o denominado Natal. Ele não existiu apenas há dois mil anos. Jesus Cristo sempre existiu, pois Ele é Deus. Para a maioria, o Natal representa apenas presentes, dar e recebê-los, mas o verdadeiro presente foi Deus quem nos deu, Jesus Cristo, conforme já lemos em João 3.16 e Isaías 9.6. Deus nos fez e nos legou este Presente. Ele podia ter enviado um querubim, um serafim, mas não, Ele enviou seu Filho Amado, em quem Ele se compraz. Nós podemos escolher, pois Deus deu ao homem a liberdade de escolha, de viver a vida de maneira que ela glorifique a Deus, como podemos desgraçá-la? Encontramos todas as verdades nas Santas Escrituras, e uma delas é que “[...] há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens” (1 Timóteo 2.5). Logo, não existe outro mediador, por isso precisamos escolher a Jesus. Esta é a escolha mais acertada da vida de uma pessoa. O amor de Deus para conosco é igual, mas o modo como cada um responde ao amor de Deus é diferente.

Extraído do Livro "O QUE O DINHEIRO NÃO COMPRA" - Pr. Márcio Valadão
sábado, 10 de setembro de 2011

Hoje tivemos a presença do Prof Rogério. A seguir veja o vídeo que foi passado hoje a noite:


Assista ao Culto da noite mais uma vez acessando: 


domingo, 4 de setembro de 2011

Muitas pessoas têm dificuldades de verem Deus como Pai, até têm facilidade de se relacionarem com Jesus como Filho de Deus, irmão primogênito, Salvador e Senhor, mas não conseguem se achegar a Deus e vê-lo como Pai. São muitas situações e circunstâncias que levam uma pessoa a não ter uma relação de pai e filho com Deus. Às vezes, os pais terrenos causam muitas feridas em seus próprios filhos e por causa disso, eles 
têm dificuldade em verem Deus com um amor paterno em razão do referencial de pai que tiveram. Muitos até veem Deus como um Deus castigador ou alguém inatingível, com quem só se consegue falar usando as palavras certas, impostando a voz e falando à distância, pois é proibido se achegar a Ele. Isso não é verdade. 
Deus nos vê como filhos e deseja que nos acheguemos a Ele como filhos que têm no pai um companheiro, um herói, um protetor, com quem podem sempre contar. Existe uma música que diz: “Pai, meu Pai, meu, Papai”, a música se intitula “Nos braços do Pai”, do Ministério de Louvor Diante do Trono. Muitas vezes, quando cantamos esse cântico nos cultos de louvor e adoração a Deus, muitas pessoas choram, mas outras não conseguem se render nos braços do Pai. Isso acontece por causa do orgulho. Algumas pessoas se acham muito importantes, tornando-se assim inflexíveis e, por causa disso, não conseguem se soltar nos braços de Deus, o Pai. Entretanto, o único lugar onde nosso coração pode experimentar graça, vitória, paz, carinho e ver o Senhor face a face é nos braços dele. Em Gálatas, capítulo 6, verso 3, está escrito: “Porque, se alguém julga ser alguma coisa, não sendo nada, a si mesmo se engana.” O engano é algo terrível na nossa vida, e o pior engano é quando tentamos enganar a nós mesmos. E muitas vezes o nosso orgulho, empáfia, posição, soberba dificultam a nossa entrega nos braços do Pai. Quando a autossuficiência, a independência são maiores do que Deus na nossa vida, tendemos a nos afastar mais e mais do Pai. Só aquele que se julga totalmente dependente de Deus, aquele que reconhece a sua insignificância, que está disposto a se entregar à vontade de Deus, é que verdadeiramente poderá experimentar do aconchego que é estar debaixo das asas, nos braços do Senhor.
“O Senhor é o meu pastor; nada me faltará.” Mas quando é que não lhe falta nada? Quando você reconhece a sua total dependência de Deus. Enquanto você se julgar suficiente, capaz, poderoso e sábio, não haverá um agir de Deus na sua vida. É preciso reconhecer que precisamos dele na nossa vida, e nos ver como Deus nos vê. 
A glória desse mundo passa, mas a glória de Deus permanece para sempre. Algumas pessoas depositam a confiança, a esperança, o alento, as raízes nas coisas que não são nada. Isaías, capítulo 41, verso 24, diz: “Eis que sois menos do que nada, e menos do que nada é o que fazeis; abominação é quem vos escolhe.” Deus condena aqueles que não dependem dele, e por isso, quem não depende dele nada tem a ganhar. O valor que possuímos é somente o valor que Deus nos deu. Uma pessoa que não consegue vivenciar a verdade da importância de depender totalmente de Deus, não experimentará o tudo de Deus. Vimos que a Palavra diz: “Eis que sois menos do que nada.” Quantas vezes nos gabamos daquilo que fazemos? Isso não agrada ao Senhor. O que agrada o coração de Deus é um coração quebrantado e contrito. Em Isaías, capítulo 41, versículo 29, lemos: “Eis que todos são nada; as suas obras são coisa nenhuma; as suas imagens de fundição, vento e vácuo.” Podemos até construir e fazer coisas, mas as nossas obras são coisa nenhuma. “Eis que todos são nada.”A Bíblia descreve sobre um homem chamado Nabucodonosor, rei da Babilônia. Ele foi o rei que fez algo glorioso, construiu a Babilônia, porém se vangloriou disso, atitude que não devia ter tido, pois as obras de nossas mãos nada valem. Ninguém pode se aproximar de Deus simplesmente pelos seus méritos e virtudes. Os nossos títulos e currículos são nada diante do Senhor. Somente através do sangue de Jesus que recebemos a graça de nos aproximarmos de Deus. As Escrituras dizem em Tiago 4.6 que “antes, ele dá maior graça; pelo que diz: Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes”. Os humildes se aproximam do Senhor, por isso “bem-aventurados aos humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5.3). É tão maravilhoso quando compreendemos o que é ser nada. Pois, quando temos esse entendimento, o Senhor nos torna tudo. Em 1 Coríntios, capítulo 1, verso 19, lemos: “Pois está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios e aniquilarei a inteligência dos instruídos.” Muitas vezes as pessoas são cheias de sabedoria humana e empáfia, mas a Palavra diz que o Senhor destruirá essas coisas. Agora os versos 28 e 29: “E Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus.” Quando passamos a depender somente de Deus, reconhecendo que somos nada, Deus pelo seu infinito amor nos torna tudo. “O homem não pode receber coisa alguma se do céu não lhe for dada.” (João 3.27.) A nossa sabedoria é nada. Não devemos julgar saber alguma coisa, pois tudo o que temos e somos vem do Senhor. “Se alguém julga saber alguma coisa, com efeito, não aprendeu ainda como convém saber.” (1 Coríntios 8.2.) Quem julga saber alguma coisa de si mesmo, não aprendeu nada.

Extraído do Livro: "Onde está a sua Confiança?" de Pr. Márcio Valadão

Assista ao vídeo:

Poderá Gostar Também:

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Seguidores

Todos os direitos reservados a Evangelica Jovem (ejovemnews@evangelica.org.br). Tecnologia do Blogger.

Visualizações